Esse blog foi idealizado com o intuito de mostrar as pessoas e amigos, coisa que escrevo, sem a pretensão de ser poeta ou escritor, apenas mostro meus sentimentos em palavras não me preocupando com métrica nem estética literária, faço apenas por prazer e por uma necessidade que não consigo explicar.
licença
A obra Meus Escritos de www.mensageirosolitario.blogspot.com foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em www.mensageirosolitario.blogspot.com.
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Talvez - (Menina de biquini vermelho)
a solidão é minha amiga, caminha comigo
certo de que chegarei um dia, não sei bem onde
mas encerrarei minha sina, entregarei minha carcaça
Sina de nunca ter alguém ao lado, no caminhar
sempre seguir calado, em meio a escuridão
se tropeçar não ter em quem segurar, solidão
sentir-se ao meio fio, um frio, um desassossego
vagar sentindo medo, de se encontrar só
sem ninguém pra desatar o nó, nos amparar
viver um dia por vez, acreditando talvez
que amanhã será diferente, que alguém se
encante com a gente. Talvez.
Geraldo M. Macedo
O hoje e o amanhã
Brandir minha espada contra o vento
Golpes a se espalhar, braços e pernas
Corpo em fúria, lutar ,lutar e lutar
Amanhã não sei, nunca vivi lá
mas hoje eu lutarei, não me
entregarei sem lutar
Se já lutei, nem mais me lembro
E se golpes dei, ou se caí, agora é lenda
Mas hoje sei que vou lutar, sabendo que...
...o passado passou sem me avisar
Vivo o presente constante, golpes dados no ar
Vivo o agora, o exato presente, presente que é dado
a quem lutar, fugindo do passado plantando semente
que só no futuro irá germinar.
O erro nosso de cada dia.
os sentimentos são nossos
melhores presentes, sentir o
cheiro e o sabor, o vento a nos
embalar, saborear.
Viver pequenos pedaços por
mais insano ainda é uma benção,
pois a vida plena, é pra nós só
uma promessa, uma certeza que
só se fará no futuro depois que
transpormos o muro.
Neste mundo insano porém,
vivemos apenas aos pedaços,
escolhemos sem pensar no laço,
acolhendo o mau e rejeitando o
bom, dizemos que somos
vítimas, quando de fato somos
cúmplices deste terror
Geraldo M. Macedo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Minhas verdades
Mas como sempre, não sou sua escolha
Me escolherás quando o baile acabar
Quando mais ningém quiser dançar
Quando eu estiver saindo para não mais voltar
terás percebido que perdestes uma vida
Alguém que por ti estaria atento
Que derramaria flores em seu caminho
E eu, caminhando na noite fria
desatento, desconsolado e em desalento
Me confronto com o tormento de não ser uma escolha,
Nunca ter sido a primeira opção, sordido pensamento
Sou sempre o que não completa
velho demais, novo demais, pobre demais
tudo o que não se ajusta, de quem não se fala
sou aquilo que cala, que não compactua
Sou na verdade uma sombra, que permeia a esperança
assim como uma criança que brinca com a eternidade
Sobrevivo a toda maldade sem perder o sorriso
mas que busco meu abrigo, escrevendo minhas verdades.
Geraldo M. Macedo
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
A eterna espera
e aguardo, espero, mas não te vejo passar pela porta
Me alegro com a presença dos que me são leais,
mas sua ausência me imcomoda.
Dias normais.
Sonhos e ilusões.
Alegrias e ais.
Ai como me doi os meus ais, estou na porta a te esperar
Na tenra idade que te fazbela não entendes o meu pesar
Assim passas por mim como se não passastes
Não passas por mim de fato, passas por sobre mim
Guardo comigo um segredo que nunca sairá de mim
Que é por ti que eu desejo viver um amor sem fim
Oh! Bela menina, sublime como uma flor
O criador foi sublime no dia em que a criou
Feliz será o menino que ganhar o seu favor
Quem dera que me vistes à porta
Quem me dera que sentistes meus ais
Tu não saberás o quão bela aos meus olhos se faz
Singela sim.
Muito singela.
Nada te digo mais.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Mais um ano
A tristeza me assola
Existem horas de grande beleza
E existem realidades atrozes
Mas não sabia que rosas não são eternas
Elas são sublimes em sua existência
No entanto são demasiadamente efêmeras
Ficam o tempo de perfumar o caminho
E se vão de forma rápida
Nem olham para o que deixaram no caminho
São rosas e têm espinhos, espinhos, espinhos...
sábado, 25 de novembro de 2017
Desilusão
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
O de sempre.
Meu presente é mais ausente e
meu futuro não me pertence
Me dói a insensibilidade de quem
clamei por atenção
dias escuros, escuridão
medos murmúrios, vacilos
rompe o abraço, sinto o fracasso
vago no espaço, imensidão.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Encontro com o passado
Geraldo M. Macedo.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Olhos de cristal
Uma necessidade de expressão
Saber que o que pensamos
Não se perca no vazio
Atinja alguém no coração
ou ao menos reconhecidos
Mas a verdade é que
todos estamos perdidos
Desesperados com
sentimentos ambíguos
Quisera ter atingido teu coração
Sei agora que não, tarde talvez
Vou lamentar dias e dias a fim
Mas toda perda é assim.
É um pedaço por vez.
Não nos debruçamos sobre o vazio.?
Admitir a solidão?
Ou seguir andando a beira do abismo?
Saberemos no tempo devido.
É um penhasco por vez.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Catarse
busco lugares aconchegantes.
Olhares, pessoas elegantes,
sinto a necessidade de conviver.
Sinto que viver é conflitante,
misto de desventuras e vaidades.
Desencontros e falsidades,
querem ser e não são, assim como eu,
vivem buscando perdão.
A noite se torna vazia, fria, pesada,
vejo irmãos na calçada, o frio doe em mim,
eles ao menos sabem o que não são.
Passear assim é como desviar de si mesmo,
é se esconder num emaranhado de medo,
é se saber solidão.
Geraldo M. Macedo.
sábado, 28 de novembro de 2015
A mestra e seus dias
sábado, 2 de maio de 2015
Desesperança
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Minha partida!
ela não é a primeira e nem será a última,
mas será a partida, no seu exato sentido,
partir-se, pode ser por inteiro, pode ser pela metade
Para partir não se tem idade
Vivi pensamentos e pensei vivências, semao menos sentir
Pensei que um dia tivesse sido pai
pensei que um dia tivesse sido irmão
mas nunca fui nada; não.
é que entendo que queria ser algo; sim
mas como o partir carrega em si a desilusão
carrego em mim a tristeza de nunca ter sido nada; não
Confusão
me vejo a beira de um abismo
não tenho nenhuma pretensão
de ser solução ou improviso
de existir e de estar no instante
e de me purificar na incerteza
Ai de mim que agora me penso vivo
ai de mim que me penso salvo
que nesta confusão, me fez de alvo
que nesta loucura insana me desloca
pra uma condição de andarilho do asfalto
quisera me sentir vivo, quisera me sentir salvo.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Para minha amiga Patty
quinta-feira, 11 de abril de 2013
lembrança de um amigo
Alheio a vida e a morte
vago pela madrugada
Não sei o quê me guarda a sorte
Se vou pro Sul, se vou pro Norte
Ou se farei uma parada
Foi nessa gélida paisagem
Fria mórbida e traiçoeira
Que aprendi a ter coragem
Para enfrentar essa viagem
Mesmo que leve a vida inteira
No peito trago a amargura
Não sou resto nem sou nada
É média a minha estrutura
De mente fria e calada
De quem te amou em silêncio.
Queria
vivo ao meu lado desde que nasci
e nada vejo de interessante ou belo.
É sempre o mesmo marasmo
dias de luta, dias de sol, dias de chuva,
e sigo sempre sem saber o que quero
sou sempre esse misto de angustia com castiçais
sou essa coisa que nem mesmo é,
sem iguais, sem ilusões, banais.
Num momento, penso ser capaz
no outro, nem sei mais...
Geraldo M. Macêdo.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Pra você Nay que tanto me fez feliz com sua voz
Tem dias que quando a vejo, me pergunto se é fato, ou se sonho, se meu sonho é de fato, verdadeiro, sua presença preenche todos os espaços, seu sorriso é como laço, me prende, me perco no compasso, me desfaço em meus mais torpes desejos. Sou de fato verdadeiro? Não sei, mas sei que de fato, como seu mais dedicado fã, eu te desejo.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Calada da noite
sábado, 29 de setembro de 2012
Barcos
navega no nosso peito iluminado
rápido leva a corrente o barco já avariado
de sentimentos e muitas dores, de amores inconsolados
a alegria pois, de colorido variado
permeia de sensação, o coração desamparado
navega, navega bela barcaça
e faz de minha esperança um sentimento naufragado
Geraldo M. Macedo.
Primavera
Prima vera de meus encantos, muitos cantos
Pássaros em profusão, turbilhão
Pensamentos arejados, meus amados
Vivo alegre por vê-los belos, sem mistérios
A agua surge como pincéis nos campos
Tingem tudo de verde, amarelo azul e branco
Nascem minhas adoradas rosas, minhas amigas e irmãs
Nasço eu em esperança, como criança
Sinto a alegria brotando, num renovo
De crença num amanhã colorido, como lírios
Eles sim pertencem aos campos
E ao sentir o doce de suaves cantos
Num turbilhão de amados prantos
A alegria a me envolver em mistérios
Amarelas rosas, coloridas irmãs, lírios dos meus adorados campos.
Geraldo M. Macêdo.
A agua surge como pincéis nos campos
Tingem tudo de verde, amarelo azul e branco
Nascem minhas adoradas rosas, minhas amigas e irmãs
Nasço eu em esperança, como criança
Sinto a alegria brotando, num renovo
De crença num amanhã colorido, como lírios
Eles sim pertencem aos campos
E ao sentir o doce de suaves cantos
Num turbilhão de amados prantos
A alegria a me envolver em mistérios
Amarelas rosas, coloridas irmãs, lírios dos meus adorados campos.
Geraldo M. Macêdo.
domingo, 24 de junho de 2012
Sonho de navegar
Ao fundo, em minha página, pode-se ver o meu sonho.Geraldo M. Macêdo.
Sempre quis fazer-me ao mar, singrar as ondas
Em incontáveis dias de solidão
Quem deseja aventurar-se, quer estar só
Deixa pra traz amores, amigos e coisas
Para que um dia possa voltar a vê-los
Quer ter motivos para voltar
Pois partir é também um ato de desespero
Uma forma de conciliar a dor e o fracasso
É poder pensar ao retesar o braço
Se ao sabor do murro ou do abraço
É saborear o coração
Ao meu lado.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Nasce no repente, o sentimento de ira
A vida se mostra injusta
Não somos completos, somos meio
Que nunca se completa, que sempre anseia.
De repente a pessoa que temos não é nossa
E a que queremos está com outro
No ardor dos sentimentos, queremos amar e não amamos
Nem a nós mesmos, pois somos incompletos
na nossa angústia, uma pergunta não cala:-
Quem nos completará?
Não vivemos a vida que se nos dá
Vivemos a vida que não temos
Não somos criaturas racionais, somos solidão
A solidão cala no amargo de nosso ser
Rimos, brincamos, mas no fundo estamos só
Na busca sem sentido de algo que não existe
A metade de nós
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A procura.
Estar em busca de um grande amor, não é tarefa fácil.
Mentimos se dissermos que aparência não é importante,
mas mentimos mais ainda ao querer agradar o tempo todo,
e depois quando a vida se torna uma rotina é que vemos
que tolices foram levadas a sério e o tempo nos consome
deixando a magoa no lugar do amor, nunca saberemos se
somos a escolha ou a alternativa, só muito depois de termos
vivido de forma torpe é que nos damos conta de que ser uma
alternativa não é suficiente para nenhuma das partes.
Mas como encontrar o amor sem termos vivido, impossível.
Impossível também é não se machucar nessa procura, o que
é sagrado para uns é profano para outros, não podemos moldar
a personalidade do outro podemos apenas moldar a nossa, se caso
a mudança estiver de acordo com nossas crenças e convicções,
assim sigo minhas intuições minhas vivências e meu destino
sonhando um dia encontrar você na multidão.
GeMacedo
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Presentes e ausentes
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Sussuros
Certo de que só é certa a incerteza
Ilusão de aparência inóspita...
A habitar nossas vidas planas
Sem ser de fato sinceras...
Quisera saber o amanhã sem tristeza
Dias de raras belezas...
A se esgueirar pelas sombras
Na existência de bela cachoeira
Que oxigena suas aguas...
Gritando ao mundo sua dor
Passa no assombro dos dias
Leva a consciência dos torpes...
Lava a alma dos aflitos
Campos de belos gritos...
Sussurros de um grande amor
Geraldo M. Macêdo